
Ontem (31/01), centenas de pessoas se reuniram do lado de fora da casa do “Neko” para dar-lhe o último adeus, marchando até o Cemitério Parque Sendero, onde seus restos mortais foram depositados ao som de tambores e cânticos dos membros da torcida Garra Blanca. Durante o trajeto, barricadas foram acesas e, ao entrar no cemitério, houve confrontos contra as Forças Especiais e o GOPE que cercava o cortejo fúnebre.
“Sem justiça, não haverá paz”
SAC-Photography
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agência de notícias anarquistas-ana
sombras pelo muro:
a borboleta passa
seguindo a anciã…
Rosa Clement
Que isso, anarquia mesmo? Achei interessante esse ponto sobre a revolução espanhola, mas confesso que nunca tinha parado pra pensar…
O texto ficou bem natural, dá para sentir que veio de uma experiência real. Esses detalhes pequenos acabam prendendo mais…
Viva a revolução espanhola e viva a anarquia!
bom texto!
posição lúcida. organização anarquista com marca registrada? pedindo ação do estado contra trabalhadores? opa, pera lá caceta!