
A quinta região foi atacada particularmente pela devastação neoliberal, tanto os megaprojetos multinacionais como as políticas repressivas do estado policial desarticularam o tecido social que historicamente impregnou a região. Em um desejo de reativar espaços de encontro e debate necessários para gerar e redescobrir saberes que permitam uma alternativa para nossas comunidades é que convidamos a repensar nossas sociedades em prol de uma vida sem hierarquias, autônomas, ecológicas e feministas. Convocamos em conjunto a Espaço Fábrica e Jornadas Anárquicas à seguinte jornada a discutir, pensar e buscar levar nossos desejos de liberdade à prática cotidiana, para transformar e destruir o velho mundo. Pensamos a jornada como um espaço para promover novas formas de auto-educação em espaços de encontro e reconhecimento entre os que queremos um mundo novo. O objetivo é difundir a anarquia, discutir nossas propostas e construir comunidades livres.
Cronograma
10:30 | Oficina de defesa pessoal (Kempo)
13:30 | Oficina intensiva de encadernação (Cooperativa de Encadernação Ateneu Santiago)
14:30 | Anarcofeminismo: uma revisão histórica
15:30 | Oficina de Teoria do Valor
16:30 | Geografia e espaço-tempo social
18:30 | Conversatório Anarquismo e meios de comunicação na era digital (La Peste.org)
• Almoço vegano desde as 13h30.
• Espaço livre de condutas machistas e autoritárias
Espaço Fábrica, Recreo #48 Cerro Polanco (à esquerda da entrada do elevador) Valparaíso.
FB: https://www.facebook.com/events/407739976503280/
Tradução > Sol de Abril
agência de notícias anarquistas-ana
Na noite em silêncio
o relógio presente
marca o passado
Eugénia Tabosa
A autoridade dos que são contra não é menos autoritária que as outras e encontra, quanto a mim, uma sólida…
Em agosto me mudarei com a família para o espírito santo. Mudança a trabalho. O lado bom é que terei…
Discordo de chamarem aos regimes políticos onde existem eleições de "democráticos". Representatividade não é democracia. E regimes representativos, são elitistas;…
O conceito de liberdade como prática cotidiana e resistência constante às cercas — seja do Estado, do capital ou das…
Esse caso do orelha me pegou demais. A barbárie é cada dia mais real. E a propósito, belo texto liberto!