
Transcrição do documentário com o mesmo nome, onde 11 mulheres mexicanas dão testemunho de como a prisão toma conta de suas vidas: discriminações sistemáticas, atribuição de papéis, apropriação do corpo… Elas expressam suas experiências, suas lutas e como, com o passar do tempo, passaram a adotar uma postura anticarcerária.
No epílogo, Pastora González dedica belas palavras às compas do México e um chamado para QUE A LUTA NÃO MORRA.
Também acrescentamos escritos de amor e ternura dedicados pelas protagonistas deste livro à nossa amada Pastora.
Nos robaron las noches. Mujeres ante la cárcel. Epílogo de Pastora González Vieites
Junio 2020. Rústica, 64 páginas. 17 cm x 12 cm, 2 euros.
ISBN: 978-84-09-194856-8
agência de notícias anarquistas-ana
tomando banho só
no riacho escondido –
cantos de bem-te-vis
Rosa Clement
Discordo de chamarem aos regimes políticos onde existem eleições de "democráticos". Representatividade não é democracia. E regimes representativos, são elitistas;…
O conceito de liberdade como prática cotidiana e resistência constante às cercas — seja do Estado, do capital ou das…
Esse caso do orelha me pegou demais. A barbárie é cada dia mais real. E a propósito, belo texto liberto!
Esta coluna é uma ótima iniciativa. Precisamos de mais resenhas sobre os livros com temática anarquista que estão sendo lançados…
Noam Chomsky roots are in the Marxist Zionist "Hashomer Hatsair" youth movement. He even spent few months in an Israeli…