
Um ano se passou desde o assassinato da companheira Emilia Bau, que foi morta por assassinos contratados enviados pelos donos do condomínio de Riñimapu para proteger seus miseráveis interesses. Embora, por um lado, o condomínio tenha tentado justificar o assassinato, apontando que ela fazia parte de uma “máfia” violenta e, por outro, a imprensa cobriu o evento com um manto pré-fabricado de mistério, sabemos que Emilia Bau estava lá acompanhando um processo de recuperação territorial.
Não podemos, nem estamos interessados em ficar indiferentes ao fato de que a companheira se levantou em rebelião contra múltiplas formas de controle, o que a levou a se envolver materialmente em diferentes iniciativas de seu coração anárquico. E assim como as resistências de Bau eram muitas, como antiautoritários queremos nos juntar de nossas trincheiras no primeiro aniversário de sua morte com um evento noturno: “Recordando Emilia Bau, presente na ação“, ao qual convidamos abertamente a se encontrar em torno da memória da companheira.
Teremos música ao vivo, a apresentação do livro “Acendendo a Chama do Ambientalismo Revolucionário”, exibições, pastelaria vegana e infusões e, como sempre, uma mesa de propaganda antiautoritária (traga a sua!).
Quarta-feira, 16 de fevereiro, a partir das 19:00 hrs.
Companheira Emilia Bau Presente.
Nossa memória é negra, nosso coração também.
Tradução > Liberto
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caminha para leste.
Buson
Esse caso do orelha me pegou demais. A barbárie é cada dia mais real. E a propósito, belo texto liberto!
Esta coluna é uma ótima iniciativa. Precisamos de mais resenhas sobre os livros com temática anarquista que estão sendo lançados…
Noam Chomsky roots are in the Marxist Zionist "Hashomer Hatsair" youth movement. He even spent few months in an Israeli…
crítica válida e pertinente, principalmente para o momento atual.
Que a terra lhe seja leve, compa!