
.
Nos becos, ecoa o grito de liberdade,
A Comuna floresceu na cidade ardente,
Por dias, a esperança dançou na eternidade,
Antes de ser silenciada pela mão do potente.
.
Entre as barricadas, corações pulsavam,
Solidários, lutavam por um mundo novo,
Mas as balas caíram, os sonhos se quebraram,
E Paris chorou, mas não se esqueceu do povo.
.
Seus nomes, sua luta, jamais serão apagados,
Na memória do povo, sempre renascem,
A Comuna de Paris, em corações gravados,
É chama viva, que a história não desfaz.
.
Liberto Herrera
Conteúdo relacionado:
agência de notícias anarquistas-ana
ribeira seca
nem um sopro
as cigarras crepitam
Rogério Martins
A autoridade dos que são contra não é menos autoritária que as outras e encontra, quanto a mim, uma sólida…
Em agosto me mudarei com a família para o espírito santo. Mudança a trabalho. O lado bom é que terei…
Discordo de chamarem aos regimes políticos onde existem eleições de "democráticos". Representatividade não é democracia. E regimes representativos, são elitistas;…
O conceito de liberdade como prática cotidiana e resistência constante às cercas — seja do Estado, do capital ou das…
Esse caso do orelha me pegou demais. A barbárie é cada dia mais real. E a propósito, belo texto liberto!