
A OTAN e a UE estão nos arrastando para um conflito que só beneficia as elites globais e locais, enquanto nós, os “ninguém”, estamos colocando nossos corpos e nossas vidas nele.
Essa guerra que paira sobre nós esconde outra violência mais silenciosa: demissões, salários de miséria e jornadas de trabalho exaustivas, despejos, aumento dos preços de produtos básicos e a deterioração e privatização dos serviços públicos.
Diante do discurso belicista dominante, que quer recuperar o imposto de sangue (o serviço militar) e tira os recursos do povo, é mais urgente do que nunca sair às ruas contra a guerra imperialista, contra o genocídio na Palestina, contra a OTAN, as bases militares e contra a UE e seus Senhores da Guerra.
A luta é pela vida, a soberania e a dignidade dos povos.
Não nos arrastem para a guerra!
Plaza de los Fueros, Tudela. Navarra
Sábado, 15 de março. 12 horas
agência de notícias anarquistas-ana
livro aberto gelado
o norte geme no vento
sobre a página branca
Lisa Carducci
Discordo de chamarem aos regimes políticos onde existem eleições de "democráticos". Representatividade não é democracia. E regimes representativos, são elitistas;…
O conceito de liberdade como prática cotidiana e resistência constante às cercas — seja do Estado, do capital ou das…
Esse caso do orelha me pegou demais. A barbárie é cada dia mais real. E a propósito, belo texto liberto!
Esta coluna é uma ótima iniciativa. Precisamos de mais resenhas sobre os livros com temática anarquista que estão sendo lançados…
Noam Chomsky roots are in the Marxist Zionist "Hashomer Hatsair" youth movement. He even spent few months in an Israeli…