O local tradicional das manifestações do Primeiro de Maio em Istambul – a praça Taksim – foi este ano, mais uma vez, interditada e cercada pela polícia, por ordem do primeiro-ministro turco, Recep Tayyip Erdogan.
Mas apesar da proibição, milhares de manifestantes desobedeceram e forçaram as barreiras policiais para se reunirem na emblemática praça, fechada por cercas metálicas. Resultado: a polícia recorreu a canhões de água, a balas de borracha e a granadas de gás lacrimogêneo para dispersá-los. Os manifestantes responderam com pedras e foguetes.
Os primeiros choques foram registrados no bairro de Sisli como no de Besiktas, ambos a cerca de dois quilômetros de Taksim, onde as forças de segurança bloquearam com blindados e dezenas de canhões de água as manifestações do Primeiro de Maio.
De acordo com a imprensa turca, cerca de 40 mil policiais foram destacados para impedir o acesso à praça Taksim, palco da contestação do ano passado contra o governo turco. O serviço de vários meios de transporte, como embarcações, bondes, ônibus e metrô, foram suspensos para dificultar a afluência de manifestantes ao centro de Istambul.
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agência de notícias anarquistas-ana
Regato tranqüilo:
uma libélula chega
e mergulha os pés.
Anibal Beça







Discordo de chamarem aos regimes políticos onde existem eleições de "democráticos". Representatividade não é democracia. E regimes representativos, são elitistas;…
O conceito de liberdade como prática cotidiana e resistência constante às cercas — seja do Estado, do capital ou das…
Esse caso do orelha me pegou demais. A barbárie é cada dia mais real. E a propósito, belo texto liberto!
Esta coluna é uma ótima iniciativa. Precisamos de mais resenhas sobre os livros com temática anarquista que estão sendo lançados…
Noam Chomsky roots are in the Marxist Zionist "Hashomer Hatsair" youth movement. He even spent few months in an Israeli…