[No lugar da ofensiva foram encontrados panfletos em solidariedade com os quatro indígenas mapuches que estão em greve de fome há mais de 75 dias na prisão de Angol, a 600 quilômetros de Santiago. O estado de saúde deles piorou bastante nos últimos dias. Dois deles foram levados a um hospital na cidade de Victoria, no sul chileno. “Eles estão estáveis, mas apresentam uma perda de peso importante e outros problemas associados à greve de fome, como hipotermia, o que requer monitoramento e exames permanentes”, segundo boletim médico. Os quatro mapuches em greve de fome foram condenados por um tribunal a penas de entre 20 e 25 anos, por atacar há três anos um promotor na zona de Araucanía, que os mapuches reivindicam para si. A seguir nota que circulou entre as agências de notícias internacionais.]
O incidente ocorreu por volta das 00h30 de quarta-feira, 1 de junho, quando um grupo de encapuzados atacou e queimou um caminhão que prestava serviço a Florestal Mininco no km 10 da estrada entre Labranza com Temuco.
Os encapuzados atacaram o caminhão carregado de toras de madeira, intimidando o motorista com um disparo no ar e em seguida retirando-o do veículo.
Depois queimaram o caminhão e gritaram slogans Mapuche, deixando para trás alguns panfletos alusivos à libertação dos prisioneiros de Angol assinado por “Órgão de Resistência da Coordenadoria Arauco-Malleco.”
No lugar do ocorrido, pessoal da Labocar de carabineiros realizou trabalhos de pericias e o fato já está sendo investigado pelo Ministério Público.

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Esse caso do orelha me pegou demais. A barbárie é cada dia mais real. E a propósito, belo texto liberto!