A 80 anos do surgimento de “Mujeres Libres” no seio do movimento anarquista espanhol, o Grupo de Estudos José Domingo Gómez Rojas convida para a Jornada Ácrata sobre “Mujeres Libres” para lembrar, analisar e discutir os princípios, projetos e conflitos que giravam em torno desta organização anarquista e feminina.
Fundada em 1936, “Mujeres Libres”, após o congresso em Valência de 1937 (de onde nasceu a Federação Nacional de “Mujeres Libres”), chegou a contar com 20.000 filiadas. De sua grande obra se destaca a publicação da revista “Mujeres Libres”, idealizada por Lucía Sánchez Saornil, Mercedes Comaposada e Amparo Poch y Gascón, em meados de maio de 1936, o seu papel nas frentes antifascistas e seu desempenho no desenvolvimento da revolução social .
Apesar das décadas transcorridas, os ensinamentos de “Mujeres Libres” continuam mais relevantes do que nunca, inserindo discussões sobre o androcentrismo dos movimentos sociais, a ideia de “mulher” no patriarcado e, acima de tudo, a luta pela emancipação das mulheres.
A jornada terá três momentos:
• Exibição do documentário
“Indomables. Una historia de Mujeres Libres” (Espanha, 2012, 60 minutos)
• Apresentação do livro
“La cuestión femenina en nuestros medios” (Biblioteca Terra Livre, Editorial Eleuterio, 2016), de Lucía Sánchez Saornil, fundadora de “Mujeres Libres”.
• Conversatório
“O androcentrismo nos movimentos revolucionários”
O convite é para a quarta-feira 2 novembro, às 18h, no Auditório Rolando Mellafe da Faculdade de Filosofia e Humanidade, Universidade do Chile (Av. Ignacio Carrera Pinto 1025, Ñuñoa).
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Esse caso do orelha me pegou demais. A barbárie é cada dia mais real. E a propósito, belo texto liberto!