A Transição espanhola (1975-1982) foi o processo político pelo qual o país devia deixar atrás a ditadura do general Franco para passar a um sistema democrático que incluía a aceitação da monarquia. A ruptura democrática, abandonada pelas forças políticas majoritárias (PSOE e PCE) da oposição, não foi aceita por outros setores da esquerda entre os quais se encontrava o anarquismo.
No complexo processo de reconstrução da CNT se inscreveu a aparição dos grupos de Mulheres Livres/Libertárias, grupos que trataram de enlaçar com a genealogia do feminismo anarquista, atualizando suas abordagens. Um desses grupos foi “Mujeres Libertarias” de Zaragoza e aqui se conta sua “pequena” história.
Mujeres libertarias de Zaragoza. El feminismo anarquista en la Transición
Calumnia edicions/Els oblidats, 9/2017.
18x13cm. Rústica con solapas. 120 págs.
ISBN: 9788494562365
7,5 €
agência de notícias anarquistas-ana
manhã
me ilumino
de imensidão
Giuseppe Ungaretti

Discordo de chamarem aos regimes políticos onde existem eleições de "democráticos". Representatividade não é democracia. E regimes representativos, são elitistas;…
O conceito de liberdade como prática cotidiana e resistência constante às cercas — seja do Estado, do capital ou das…
Esse caso do orelha me pegou demais. A barbárie é cada dia mais real. E a propósito, belo texto liberto!
Esta coluna é uma ótima iniciativa. Precisamos de mais resenhas sobre os livros com temática anarquista que estão sendo lançados…
Noam Chomsky roots are in the Marxist Zionist "Hashomer Hatsair" youth movement. He even spent few months in an Israeli…