Ocorrem demasiadas coisas de gravidade para que a população as aceite com tanta passividade.
Com efeito, feminicídios, inundações, surtos como o do hantavírus em diversas províncias, cortes de luz, tarifaços, aumento do desemprego.
Começou o festival eleitoreiro, quando já começam a mostrar-se os novos candidatos. Momento no qual nos convocam a escolher dentro do sistema os novos gerentes dos próximos ajustes.
Mudar para que nada mude no essencial.
Mais além dos resultados eleitorais no fundamental a exploração capitalista seguirá incólume e as dominações macro e micro também. Não se põe em questão nenhum dos mecanismos que garantem a geração do lucro, a extração da mais valia, a superestrutura jurídica e política, a crença no Estado e seu papel.
A domesticação opera por diferentes meios que perpetuam a opressão, os persuasivos: propaganda, ideologia, bombardeio midiático e os explicitamente coercitivos com cassetetes e pistolas.
A quem crê que esta é uma visão cética, sugerimos sair às ruas, observar, escutar com atenção e logo refletir e atuar rebelando-se contra tantas misérias.
Carlos A. Solero
Sexta-feira, 1° de fevereiro de 2019
Desde a região argentina
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Esse caso do orelha me pegou demais. A barbárie é cada dia mais real. E a propósito, belo texto liberto!