
Saudações a todos os companheiros e companheiras que saíram às ruas ontem (11/09) em todas as regiões do país, aos que foram às diversas marchas, aos que montaram barricadas e confrontos à noite, aos que participaram de eventos, vigílias e todo tipo de manifestações, grandes ou pequenas.
A memória é mantida viva apesar dos anos, mas não apenas qualquer memória, ela deve ser uma arma para continuar a luta contra o capitalismo, o Estado e todas as formas de opressão. Essa arma deve ser constantemente afiada e isso não é feito apenas recordando, não é feito apenas apelando para a vitimização ou uma vindicação acrítica de processos passados, é feito na própria luta, revisando, criticando e reinterpretando constantemente nossa história como uma classe oprimida.
Não devemos esquecer ou apenas recordar dos compas caídos, devemos mantê-los conosco em nossa luta, relacionar-nos com eles horizontalmente e sem idealizá-los, mesmo que eles não estejam fisicamente conosco e isto pode soar um pouco abstrato, não é assim, nos relacionamos com eles conhecendo suas histórias, conhecendo seus processos de luta e analisando e criticando o que consideramos serem seus sucessos ou fracassos, que é nossa forma de comemorá-los, estabelecendo uma conversa e não um passado escrito em pedra que não pode ser refletido.
La Rebelión del Matico
agência de notícias anarquistas-ana
O vento cortante
Assim chega ao seu destino –
Barulho do mar.
Ikenishi Gonsui
Esse caso do orelha me pegou demais. A barbárie é cada dia mais real. E a propósito, belo texto liberto!
Esta coluna é uma ótima iniciativa. Precisamos de mais resenhas sobre os livros com temática anarquista que estão sendo lançados…
Noam Chomsky roots are in the Marxist Zionist "Hashomer Hatsair" youth movement. He even spent few months in an Israeli…
crítica válida e pertinente, principalmente para o momento atual.
Que a terra lhe seja leve, compa!