
No dia 6 de fevereiro de 1969, com 76 anos, morre em Montevidéu o anarquista Juan Pardo. Totalmente desconhecido atualmente, Pardo fez uma propaganda anarquista constante e tenaz, sendo parte dessa rede solidária e anônima da qual fazem parte dezenas e centenas de lutadores sociais. Destacou-se como artista, realizando numerosas xilografias que retratavam os rostos das principais figuras do anarquismo local e internacional nas páginas de diferentes jornais anarquistas, como: Inquietud (1944-1950), Voluntad (1956-1965) ou Solidaridad, órgão da Federação Operária Regional Uruguaia. Seu companheiro e amigo Vladimir Muñoz dizia que “com suas madeiras gravadas, abria sulcos nas mentes dos leitores rumo às concepções libertárias.”
Ele combinava sua arte com a redação de textos de estilo gauchesco, assinados com o pseudônimo “El Jinete L’Azulejo”. Sua extensa produção pode ser facilmente encontrada ao percorrer as páginas da imprensa anarquista local nas décadas intermediárias do século XX.
Tradução > Liberto
agência de notícias anarquistas-ana
probleminhas terrenos:
quem vive mais
morre menos?
Millôr Fernandes
Esse caso do orelha me pegou demais. A barbárie é cada dia mais real. E a propósito, belo texto liberto!
Esta coluna é uma ótima iniciativa. Precisamos de mais resenhas sobre os livros com temática anarquista que estão sendo lançados…
Noam Chomsky roots are in the Marxist Zionist "Hashomer Hatsair" youth movement. He even spent few months in an Israeli…
crítica válida e pertinente, principalmente para o momento atual.
Que a terra lhe seja leve, compa!