
Sinopse
Sherpas em greve. Feministas que cravam a bandeira sufragista no topo de um pico. Alpinistas veganos, alpinistas cegos, alpinistas à força nas serras da resistência antifascista, alpinistas trans hasteando o estandarte rosa, branco e azul em cada uma das Sete Montanhas, montanhistas evangélicos em busca da Arca de Noé no cume do Ararate. Anarquistas que vão para a montanha praticar esperanto ou procurar esconderijos para as armas da ação direta. Montanhistas fascistas, pacifistas, peronistas, liberais, conservadores. Papas e santos alpinistas, judeus ortodoxos estudando a Torá nas encostas do Everest. As excursões de Tolkien, as de Lenin, as de Helmut Kohl, o mountaintop sonhado por Martin Luther King. Longas filas no Everest do século XXI para hastear duas dúzias de bandeiras das mais variadas. «Não há ‘não política’, tudo é política», dizem dois personagens de A Montanha Mágica, de Thomas Mann, em um sanatório nos Alpes suíços, e é com essa referência literária que começa este livro sobre as mil maneiras pelas quais se fez política a partir dos afiados púlpitos dos picos do mundo. Ao longo do texto, surgem tanto as grandezas quanto as misérias da história do alpinismo, espaço de liberdade e emancipação às vezes, e de opressão muitas outras.
A bandeira no cume | Uma história política do montanhismo
Pablo Batalla Cueto
ISBN 979-13-990391-9-1
Preço: 22 €
Páginas: 304
capitanswing.com
Tradução > Liberto
agência de notícias anarquistas-ana
Breve serei pó
e, então, quando me pisares,
cobrirei teus pés.
Evandro Moreira
Que a terra lhe seja leve, compa!
Vida longa à uaf! Vida longa ao anarquismo!
Perfeito....
Anônimo, não só isso. Acredito que serve também para aqueles que usam os movimentos sociais no ES para capturar almas…
Esse texto é uma paulada nos ongueiros de plantão!