[Porto Alegre-RS] 27/02 – Inauguração do Nosso Novo Espaço

Sexta-feira, 27 de fevereiro | a partir das 19h.

Em 2022, no bairro Bom Fim, nasceu nosso coletivo com o desejo de construir rede. Rede de trocas, de apoio mútuo, de fortalecimento da cena anarquista, principalmente entre dissidências e mulheres, mas também com companheiros cis dispostos a caminhar lado a lado na construção de novos mundos. Desde o início, sonhamos com um espaço que fosse ponte: para oficinas, debates, exibições de filmes, feiras, encontros, conversas potentes e articulações. Um lugar onde cultura, política e ação social não fossem separadas, porque não são.

No antigo endereço, construímos muito:

• loja grátis e fluxo constante de trocas anticapitalistas

• arrecadações e apoio durante a enchente

• ações de solidariedade no inverno

• festas, conexões e parcerias com outros coletivos

• encontros que conectaram muitos mundos

Agora, em 2026, estamos vivendo algo gigante: inauguramos nosso espaço físico próprio, construído em mutirão, com as mãos, o tempo e o afeto de quem acredita na coletividade como prática diária.

Nosso agradecimento profundo a cada pessoa que somou nos mutirões, limpando, pintando, carregando peso, organizando, doando materiais, divulgando, cozinhando, segurando as pontas e acreditando junto. Esse espaço é fruto direto da força coletiva. Ele existe porque vocês estiveram presentes.

E ainda queremos expandir:

• biblioteca comunitária

• sala multiuso para cursos e oficinas

• espaço de serigrafia

• salão para exibições, exposições e atividades diversas

Seguimos em construção.

Por isso, te convidamos para celebrar com a gente nessa sexta, a partir das 19h.

Pra lembrar o que já vivemos.

Pra sonhar fazendo o futuro no presente.

Pra fortalecer vínculos.

Pra se divertir, porque ser feliz também é revolucionário.

Vem somar. Vem construir com a gente. Bebidas não alcoólicas são bem vindas, traga as suas.

Nossa nova sede fica na Rua Barros Cassal, 316. Porto Alegre, RS.

agência de notícias anarquistas-ana

Morcego em surdina
morde e sopra o velho gato.
Não contava o pulo…

Anibal Beça

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