
Autor: Komunikazioa • 17/03/2026
- Greve geral de 17M: mobilizações em defesa de salários dignos
- “Temos que converter esta jornada de paralisação e mobilização na chama que leve à organização da classe trabalhadora desde a base”, assinalam desde a CNT.
A greve geral convocada este 17 de março registrou uma adesão significativa em diversos setores de Hego Euskal Herria, acompanhada de mobilizações multitudinárias nas 4 capitais. A jornada de paralisação situou no centro do debate a necessidade de garantir condições de vida dignas para a classe trabalhadora.
A convocatória teve como principal eixo a reivindicação de um salário mínimo adaptado à realidade sócio econômica do território. Neste sentido, desde a CNT se insistiu em que o atual Salário Mínimo Interprofissional resulta insuficiente frente ao elevado custo de vida, especialmente nos âmbitos como a moradia, a energia e a alimentação, que absorvem uma parte crescente da renda dos lares.
Durante a jornada se registrou paralisações em setores como a indústria, a educação, o transporte e os serviços públicos. Além disso, os piquetes cortaram acesos pela estrada a polígonos industriais e cidades, além de que milhares de pessoas participaram em manifestações.
Desde a CNT, se enfatizou que a greve responde a uma situação considerada “urgente”, marcada pela perda de poder aquisitivo e a extensão da precariedade. A jornada também serviu para apresentar uma crítica ao papel das estruturas institucionais e de diálogo social.
Neste contexto, a greve de 17M foi proposta pela CNT como um primeiro passo dentro de uma estratégia mais ampla de mobilização. “Mais além da paralisação de 24 horas, se incidiu na importância de fortalecer a organização coletiva, impulsionar assembleias nos centros de trabalho e consolidar dinâmicas de participação que permitam sustentar futuras reivindicações”, assinalam desde a organização anarcossindicalista.
O sindicato avaliou positivamente o desenvolvimento da greve e o nível de participação, ao mesmo tempo em que insistiu em que os avanços dependerão da capacidade de organização e pressão da classe trabalhadora nos próximos meses.
A jornada conclui assim com uma destacada resposta nas ruas e nos centros de trabalho, abrindo um novo cenário no qual as reivindicações salariais e sociais seguirão ocupando um lugar central na agenda pública.
Fonte: https://cnt-sindikatua.org/es/amplio-seguimiento-de-la-greve-en-hego-euskal-herria/
Tradução > Sol de Abril
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agência de notícias anarquistas-ana
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