[Itália] Para recordar Sara e Sandrone

E a quem não sucumbe

que se abram as tumbas

se aprontem as bombas

se afie o punhal

é a ação o ideal.

Conheci Sara e Sandrone em diferentes momentos e anos de luta (a Sara ainda antes, quando éramos estudantes secundaristas). Os caminhos da vida nos “separaram”, mas quando necessário a gente se encontrava em manifestações, assembleias ou só para tomar uma cerveja num boteco qualquer. O que escrevem os vendidos da imprensa não me interessa. Eles deixaram um grande vazio, e nesse vazio ficará a lembrança de serem anarquistas e de lutarem de cabeça erguida pelos oprimidos contra cadeias, guerras e opressores. Encerro com uma frase de uma declaração dele no tribunal:

A responsabilidade individual é um fundamento do anarquismo. Eu não recebo ordens nem as dou: de ninguém nem a ninguém. Ajo respondendo apenas à minha consciência, que não tem parâmetros de interesse nem de vantagens e que continua sendo a única voz que posso escutar“.

Viva a Luta, Viva a Anarquia

Tradução > Liberto

agência de notícias anarquistas-ana

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Alice Ruiz

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