
Cerca de mil pessoas se manifestaram nesta terça-feira (24) na frente do Departamento de Justiça dos Estados Unidos e nas imediações da Casa Branca, em Washington D.C., para exigir a libertação do jornalista e ativista Mumia Abu-Jamal no dia do seu aniversário de 58 anos. A polícia prendeu pelo menos 28 ativistas que ocuparam uma “zona proibida” da Casa Branca.

Num palco improvisado, membros de várias organizações criticaram o encarceramento em massa, a pena de morte, o confinamento solitário e a tortura, a criminalização e as detenções de imigrantes, a corrupção policial e judicial. Seguiu-se um momento cultural-político com poesias, cantos e apresentações de grupos de hip-hop e reggae.




A memória de Martin Trayvon igualmente foi invocada no evento. Martin, jovem negro de 17 anos, foi morto por um vigia voluntário em 26 de fevereiro passado, em Sanford (centro da Flórida), quando voltava para casa após comprar doces.
Vídeos:
http://www.liveleak.com/view?i=086_1335398169
agência de notícias anarquistas-ana
O silêncio, sim,
interrompendo o canto
dos pássaros.
María Pilar Alberdi





Que isso, anarquia mesmo? Achei interessante esse ponto sobre a revolução espanhola, mas confesso que nunca tinha parado pra pensar…
O texto ficou bem natural, dá para sentir que veio de uma experiência real. Esses detalhes pequenos acabam prendendo mais…
Viva a revolução espanhola e viva a anarquia!
bom texto!
posição lúcida. organização anarquista com marca registrada? pedindo ação do estado contra trabalhadores? opa, pera lá caceta!