A democracia e seus partidos desempenham um papel primário na perpetuação e defesa do complexo autoritário. Assim, encontram-se sempre na mira dos anarquistas.
Na madrugada de terça-feira, 12 de julho, quebramos as vitrinas dos escritórios do SYRIZA [partido governista grego] em Kato Petralona.
Esse ataque se constitui em um ato de violência anarquista. Nosso objetivo era causar uma mínima ferida ao inimigo mas também contribuir a levar adiante a ação revolucionária. Além disso, este ataque é uma pequena contribuição, mesmo que tardia, ao chamado internacional por ações de solidariedade aos anarquistas e antifascistas presos na Rússia, realizado durante a primeira quinzena de julho.
NENHUMA TOLERÂNCIA COM O PODER
SOLIDARIEDADE REAL AOS REFÉNS ANARQUISTAS
CONFLITO AQUI E AGORA
Um núcleo anarquista amotinado
Fonte: https://athens.indymedia.org/post/1561327/
Tradução > Miguel Sulis
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Lua crescente.
Onde está a outra parte?
Derramou no mar.
Rafael Medeiros

Que isso, anarquia mesmo? Achei interessante esse ponto sobre a revolução espanhola, mas confesso que nunca tinha parado pra pensar…
O texto ficou bem natural, dá para sentir que veio de uma experiência real. Esses detalhes pequenos acabam prendendo mais…
Viva a revolução espanhola e viva a anarquia!
bom texto!
posição lúcida. organização anarquista com marca registrada? pedindo ação do estado contra trabalhadores? opa, pera lá caceta!