Ideias como as de autogestão, democracia direta e apoio mútuo foram defendidas tanto pelo anarquismo que veio à luz na Europa do século XIX como por muitos povos indígenas que espontaneamente as levaram a prática desde tempos imemoriais. Este livro estuda a relação entre esses dois mundos, e o faz com a vontade de estimular, paralelamente, uma definitiva descolonização do próprio pensamento anarquista. Serve como introdução, também, à realidade, comumente esquecida, dos anarquismos que adquiriram carta de natureza na América, África, Ásia e Oceania.
Anarquistas de ultramar
Anarquismo, indigenismo, descolonización
Carlos Taibo
Los Libros de la Catarata, Colección Mayor, 689. Madrid 2018
192 págs. Rústica 22×14 cm
ISBN 9788490975237
Edição em papel 15,00 €
eEbook 9,99 €
Conteúdos relacionados:
agência de notícias anarquistas-ana
A chama da vela
Imóvel, arredondada
— Retiro de inverno.
Yaha

Discordo de chamarem aos regimes políticos onde existem eleições de "democráticos". Representatividade não é democracia. E regimes representativos, são elitistas;…
O conceito de liberdade como prática cotidiana e resistência constante às cercas — seja do Estado, do capital ou das…
Esse caso do orelha me pegou demais. A barbárie é cada dia mais real. E a propósito, belo texto liberto!
Esta coluna é uma ótima iniciativa. Precisamos de mais resenhas sobre os livros com temática anarquista que estão sendo lançados…
Noam Chomsky roots are in the Marxist Zionist "Hashomer Hatsair" youth movement. He even spent few months in an Israeli…