
O anarquismo, apesar da multiplicidade de teorias que o podem reivindicar, baseia-se em vários princípios que podem constituir alguns denominadores comuns: a rejeição da autoridade coercitiva que exige a livre associação ou federação de indivíduos entre si; a rejeição do capitalismo e da exploração que induz à reorganização da produção; A rejeição da alienação que leva ao desenvolvimento do pensamento crítico, o primeiro passo para romper a servidão voluntária…
Diante das crises que atualmente assolam o mundo (crise do capitalismo, da representação, do meio ambiente…), o anarquismo está se tornando uma atualidade candente. As múltiplas correntes que a alimentam estão, assim, unidas em batalhas travadas em conjunto para construir a sociedade futura. O anarquismo tem hoje uma dimensão internacional marcada por experiências e ações diversas, de diferentes escalas e modalidades, mas cujo impacto está longe de ser desprezível.
De movimentos alterglobalistas a experiências revolucionárias como Chiapas ou Rojava, passando por hackers ou pelos comuns, o anarquismo exerce uma influência política que deve ser compreendida para compreender as novas dinâmicas geopolíticas.
Especialista em pensamento libertário, história do anarquismo e, em particular, Pierre-Joseph Proudhon, Édouard Jourdain é professor pesquisador em teoria política e pós-doutorando na École Polytechnique.
Resumo
– Genealogia de um movimento global
– A subversão da globalização
– A emergência de uma cultura libertária internacional
Géopolitique de l’anarchisme | Vers un nouveau moment libertaire
Édouard Jourdain
13 de abril de 2023
EAN : 9791031805856
13 x 20,5 – brochura – 176 páginas
20,00 €
agência de notícias anarquistas-ana
figos pretos
em farrapos nas figueiras
chuva de outono
Rogério Martins
Pois é, a revolução espanhola é bem louca mesmo. Nunca tinha visto esse paralelo que você fez, agora fico curioso…
Que isso, anarquia mesmo? Achei interessante esse ponto sobre a revolução espanhola, mas confesso que nunca tinha parado pra pensar…
O texto ficou bem natural, dá para sentir que veio de uma experiência real. Esses detalhes pequenos acabam prendendo mais…
Viva a revolução espanhola e viva a anarquia!
bom texto!