
Não vivemos para os outros mediarem e definirem nossas vidas.
Não vivemos para pagar aluguel e trabalhar para patrões.
Não vivemos para servir a nenhum país e nos submeter a qualquer Estado.
Não vivemos para morrer esperando que dias melhores venham.
Porque se vivemos, vivemos para pisar na cabeça dos poderosos.
Vivemos coletivamente construindo relações de solidariedade e criando comunidades de resistência.
Vivemos para viver, não para sobreviver.
ABSTENÇÃO CONSCIENTE
PARTICIPAÇÃO EM LUTAS SOCIAIS E DE CLASSES
POR UMA VIDA COM DIGNIDADE
Coletivo Anarquista “A priori”
agência de notícias anarquistas-ana
estação vazia
no trem sozinho
um passarinho
Ricardo Portugal
Que isso, anarquia mesmo? Achei interessante esse ponto sobre a revolução espanhola, mas confesso que nunca tinha parado pra pensar…
O texto ficou bem natural, dá para sentir que veio de uma experiência real. Esses detalhes pequenos acabam prendendo mais…
Viva a revolução espanhola e viva a anarquia!
bom texto!
posição lúcida. organização anarquista com marca registrada? pedindo ação do estado contra trabalhadores? opa, pera lá caceta!