
15 anos se passaram desde a morte em ação do anarquista Mauricio Morales. O coração negro de “Punky Mauri” parou de bater quando um dispositivo explosivo com o qual ele ia atacar uma escola para agentes penitenciários detonou precocemente.
Mas suas ideias não se apagaram; pelo contrário, desde a afinidade e a informalidade anárquica, elas brotaram com mais força. As motivações libertárias de sua ação se espalharam como fogo, inflamando os corações de pessoas encapuzadas inflexíveis que estão procurando as maneiras mais precisas de lançar ataques contra todas as formas de autoridade.
Nenhum esforço é em vão quando se almeja a liberdade absoluta, e é por isso que projetamos e imprimimos essa série de propaganda autoadesiva sediciosa para o “DIA DO CAOS”.
22 de maio…
Com o fogo insurrecional do caos!
Intransigente contra o poder!
Pelo niilismo e pela anarquia!
NOSSA MEMÓRIA É NEGRA,
NOSSO CORAÇÃO TAMBÉM!
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Que isso, anarquia mesmo? Achei interessante esse ponto sobre a revolução espanhola, mas confesso que nunca tinha parado pra pensar…
O texto ficou bem natural, dá para sentir que veio de uma experiência real. Esses detalhes pequenos acabam prendendo mais…
Viva a revolução espanhola e viva a anarquia!
bom texto!
posição lúcida. organização anarquista com marca registrada? pedindo ação do estado contra trabalhadores? opa, pera lá caceta!