Nosso site [secoursrouge.org] tem sido prudente sobre os eventos de Kiev (como também em relação àqueles de Caracas) em razão da presença massiva, aberta e dirigente de forças abertamente reacionárias nas manifestações. Esses eventos têm sido fartamente cobertos pelas mídias oficiais.
Como na Síria, uma parte das forças de esquerda se recusa a juntar-se à insurreição por esta razão, querendo mesmo apoiar o regime como faz o importante Partido Comunista Ucraniano (herdeiro do velho partido soviético) que criou uma Frente popular antifascista que (citamos) “compreende representantes de diversas organizações sociais, unidas para lutar contra a ameaça de uma rebelião fascista no país“.
Ao contrário, ressaltando a caracteristica antipopular do regime, uma parte das forças de esquerda se junta à insurreição onde querem combater a influência fascista (muitos incidentes opuseram os fascistas aos membros da esquerda revolucionária na praça Maidan). É sobretudo o caso dos anarquistas. Um deles, Sergei Kemskiy, foi morto por tiro no tiroteio na praça Maidan.
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Rubens Jardim

Que isso, anarquia mesmo? Achei interessante esse ponto sobre a revolução espanhola, mas confesso que nunca tinha parado pra pensar…
O texto ficou bem natural, dá para sentir que veio de uma experiência real. Esses detalhes pequenos acabam prendendo mais…
Viva a revolução espanhola e viva a anarquia!
bom texto!
posição lúcida. organização anarquista com marca registrada? pedindo ação do estado contra trabalhadores? opa, pera lá caceta!