
17 anos após o assassinato estatal do estudante anarquista Alexis Grigoropoulos pelo policial Epaminondas Korkoneas, uma marcha de memória e raiva foi realizada em Komotini [cidade do nordeste da Grécia]. A marcha começou na antiga faculdade de direito e passou por todo o centro da cidade e pelo consulado turco, onde foram gritados slogans em apoio a Rojava. Na parada da marcha no prédio da polícia, foram lidos os nomes de algumas das centenas de vítimas de assassinatos estatais desde a pós-ditadura até hoje. A marcha terminou novamente na antiga faculdade de direito. Os policiais, assim como em 17 de novembro, eram muitos e caminhavam em fila de um lado, enquanto o corpo da marcha e especialmente o bloco anarquista tinham um ritmo forte e uma proteção decisiva, cortando imediatamente os comentários irônicos de alguns policiais.
Dezembro de 2008 nunca será esquecido.
Alexis Grigoropoulos Presente.
Utopia A.D.
agência de notícias anarquistas-ana
sol na varanda –
sombras ao entardecer
brincam de ciranda
Carlos Seabra
Que isso, anarquia mesmo? Achei interessante esse ponto sobre a revolução espanhola, mas confesso que nunca tinha parado pra pensar…
O texto ficou bem natural, dá para sentir que veio de uma experiência real. Esses detalhes pequenos acabam prendendo mais…
Viva a revolução espanhola e viva a anarquia!
bom texto!
posição lúcida. organização anarquista com marca registrada? pedindo ação do estado contra trabalhadores? opa, pera lá caceta!