
Hoje, 28 de março, fomos às ruas em Roma na mobilização “No Kings” (Sem Reis) contra a guerra, o autoritarismo e a exploração.
Entre outras, estavam presentes também aquelas entidades que há anos apoiam governos, missões militares e políticas repressivas.
Nós, não. Nós não esquecemos, não nos confundimos e recusamos as guerras dos patrões. Mas recusamos também a paz feita por eles, feita de exploração, mortes no trabalho, repressão, fronteiras militarizadas e campos de concentração estatais.
A manifestação de hoje foi precedida, ontem à noite, dia 27 de março, por um encontro em nossa sede, muito participado, especialmente por jovens, dedicado ao tema do serviço militar obrigatório e da deserção.
Recusar a guerra é justo e necessário para quebrar a máquina do poder e da exploração.
“nem deus, nem estado, nem guerra”
Todes livres na livre Terr(A)
Grupo anarquista Mikhail Bakunin – FAI Roma & Lazio
Tradução > Liberto
agência de notícias anarquistas-ana
casa fantasma
cheia de habitantes
feitos de plasma
Carlos Seabra
Que isso, anarquia mesmo? Achei interessante esse ponto sobre a revolução espanhola, mas confesso que nunca tinha parado pra pensar…
O texto ficou bem natural, dá para sentir que veio de uma experiência real. Esses detalhes pequenos acabam prendendo mais…
Viva a revolução espanhola e viva a anarquia!
bom texto!
posição lúcida. organização anarquista com marca registrada? pedindo ação do estado contra trabalhadores? opa, pera lá caceta!