
Publicado originalmente em 1922, A Felicidade de Todos os Seres na Sociedade Futura é uma reflexão visionária de António Gonçalves Correia sobre a construção de uma sociedade baseada na igualdade, na cooperação e na liberdade.
Partindo de uma crítica profunda ao capitalismo, à propriedade privada e às injustiças sociais, o autor imagina um futuro onde o trabalho, a educação, a cultura e os recursos são partilhados em benefício de todos os seres. Entre a utopia libertária e o apelo à transformação social, esta obra recupera uma das vozes mais singulares do anarquismo português com uma inegável actualidade perante a fragmentação do presente.
Sobre o autor
António Gonçalves Correia (1886–1967) foi jornalista, escritor, activista social e uma das figuras mais originais do anarquismo português. Natural de Castro Verde, destacou-se pela defesa do cooperativismo, do vegetarianismo, do pacifismo, da emancipação das mulheres e da transformação social inspirada nos ideais libertários. Fundador de jornais e impulsionador de diversas iniciativas comunitárias, foi também o principal animador da célebre Comuna da Luz, experiência de vida colectiva criada no Alentejo durante a década de 1920.
Prefácio: João Louçã
Capa: Cöbramor
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agência de notícias anarquistas-ana
Na casa do avô
Havia tantos pernilongos
Em noites como esta!
Paulo Franchetti
Que isso, anarquia mesmo? Achei interessante esse ponto sobre a revolução espanhola, mas confesso que nunca tinha parado pra pensar…
O texto ficou bem natural, dá para sentir que veio de uma experiência real. Esses detalhes pequenos acabam prendendo mais…
Viva a revolução espanhola e viva a anarquia!
bom texto!
posição lúcida. organização anarquista com marca registrada? pedindo ação do estado contra trabalhadores? opa, pera lá caceta!