Informamos que a companheira Noelia Cotelo, recentemente trasladada à Prisão de Brieva, Avila, esteve doente com vômitos, na semana passada, negando-se o C.P. [Centro Penitenciário] a prestar-lhe assistência médica. Agora mesmo encontra-se melhor, ao menos deixou de vomitar. Recordar que é neste centro de extermínio onde já havia estado sequestrada anteriormente, e no qual sofreu diversas agressões, entre elas uma agressão sexual, esta concretamente por parte de um carrasco que se chama Jesus. Esta agressão foi denunciada pela companheira, e posteriormente arquivada com total impunidade. Na atualidade, é este carrasco quem lhe leva a comida.
Também está havendo problemas com sua conta de pecúlio, e que não lhe está chegando o dinheiro que se deposita nela; Lola, a mãe de Noe, aporta sua conta para o caso de que alguém esteja interessadx em apoiar economicamente a companheira -0049 0750 2524 9027 6608, isto pode ser confirmado através do facebook de Lola-. É muito importante difundir que o que se deposita em sua conta de pecúlio não vai chegar a ela.
A dispersão cobra um novo significado quando se trata de mulheres presas, as possibilidades de alojamento são menores, o qual amplia os pretextos para as “cundas”, a dispersão e o isolamento. Noe, companheira em luta, que sofreu represálias já em infinitas ocasiões, é um bom exemplo disso.
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Algo de dança
nas algas,
quase canção dos corais.
Yeda Prates Bernis

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Esse caso do orelha me pegou demais. A barbárie é cada dia mais real. E a propósito, belo texto liberto!