
Os ativistas Malin Gustafsson e Björn Gustafsson, que trouxeram à tona as irregularidades de 100 explorações suinícolas, poderão arcar com uma multa de 100.000 euros.
Em novembro de 2009, o grupo Aliança de Direito dos Animais da Suécia tornou públicas algumas fotografias e gravações, de 100 granjas suinícolas suecas.
Uma das propriedades visitadas – Blackstaby – pertence ao ex-presidente da associação da indústria de carnes: “Swedish Meats” (Carnes Suecas). “Produzimos um informe sobre essa granja e outras 91 que não cumpriram os requisitos mínimos ou regras de bem-estar animal”, diz os ativistas.
Apesar de horas de gravações, 400 fotografias, veterinários apoiando o caso e duas pessoas testemunharem o que havia sido documentado na granja, o proprietário não foi processado. Não só isso, os dois ativistas agora estão sendo envolvidos em um processo legal por entrarem na fazenda e gravar as condições em que viviam os animais que ali se encontravam. O proprietário pediu mais 100.000 euros.
“A indústria da carne tenta assustar-nos para nos silenciar. Ameaçam-nos com grandes somas de dinheiro, mas vamos continuar expondo o abuso de animais”, conta os ativistas.
Foi criada uma página eletrônica de apoio com informações:
Em agosto me mudarei com a família para o espírito santo. Mudança a trabalho. O lado bom é que terei…
Discordo de chamarem aos regimes políticos onde existem eleições de "democráticos". Representatividade não é democracia. E regimes representativos, são elitistas;…
O conceito de liberdade como prática cotidiana e resistência constante às cercas — seja do Estado, do capital ou das…
Esse caso do orelha me pegou demais. A barbárie é cada dia mais real. E a propósito, belo texto liberto!
Esta coluna é uma ótima iniciativa. Precisamos de mais resenhas sobre os livros com temática anarquista que estão sendo lançados…