Autoridades austríacas buscavam nesta sexta-feira (15) vários militantes de extrema-direita que perturbaram em Viena a encenação de uma obra de teatro representada por refugiados, subindo no palco e jogando sangue falso no público.
O incidente ocorreu na noite de quinta-feira, pouco depois do início de “Die schutzbefohlenen” (“Os suplicantes”), uma obra do Prêmio Nobel de Literatura austríaco Elfriede Jelinek, interpretada por um grupo de atores amadores formados por refugiados sírios, iraquianos e afegãos.
Segundo a imprensa austríaca, cerca de 30 manifestantes invadiram o palco durante alguns minutos exibindo bandeiras identitárias e uma faixa onde se podia ler “Hipócritas. Nossa resistência é contra a decadência!”.
Também jogaram folhetos afirmando que o “multiculturalismo mata”.
Houve uma breve briga entre espectadores e extremistas, que foram finalmente expulsos do teatro. A peça prosseguiu sem problemas.
O ministro da Cultura, Josef Ostermayer, classificou o episódio como “escandaloso”, o último ataque de uma série de provocações nacionalistas.
A obra de Jelinek, apresentada pela primeira vez na Alemanha, em 2014, é um ataque feroz contra o tratamento considerado desumano dado às pessoas que pedem asilo na Europa.
Fonte: agências de notícias
agência de notícias anarquistas-ana
As nuvens do céu –
o céu do infinito
eu de nenhum lugar
Stefan Theodoru

Que isso, anarquia mesmo? Achei interessante esse ponto sobre a revolução espanhola, mas confesso que nunca tinha parado pra pensar…
O texto ficou bem natural, dá para sentir que veio de uma experiência real. Esses detalhes pequenos acabam prendendo mais…
Viva a revolução espanhola e viva a anarquia!
bom texto!
posição lúcida. organização anarquista com marca registrada? pedindo ação do estado contra trabalhadores? opa, pera lá caceta!