Primeiro de Maio: Dia Internacional dos Trabalhadores
1º de Maio Combativo 2016, Lisboa: 15:30, Praça D. Pedro IV
Este é o dia em que se comemoram as lutas de todos os trabalhadores de todo o mundo. No entanto, que temos nós para comemorar? O prevalecente desemprego? A exploração salarial? A facilidade dos despedimentos? O trabalho precário? Uma esquerda parlamentar que se preocupa sobretudo com a obtenção de mais votos?
As confederações sindicais, organizadas segundo um sindicalismo burocrático e reformista, revelam ser incapazes de conduzir com sucesso a luta dos trabalhadores contra a classe dominante que lucra com a nossa miséria. Há muito que abandonaram este objetivo e apoiam a narrativa de que a exploração das nossas vidas para enriquecer os bolsos de uma minoria está cá para ficar.
São necessárias novamente as formas de luta que no passado conquistaram as 8 horas de trabalho, como a ação direta, o boicote, a greve, e a sabotagem. É necessário o sindicalismo revolucionário, organizado pelos trabalhadores de forma assembleária, que não se rende à vontade dos patrões, e que não pára até atingir o seu objetivo final: a emancipação dos trabalhadores. Temos de tomar o controle dos nossos locais de trabalho, dos nossos bairros, das nossas ruas, das nossas vidas!
Contra a “festa” da miséria! Unidos e auto-organizados nós damos-lhes a crise!
AIT-SP Núcleo de Lisboa
agência de notícias anarquistas-ana
a chuva põe-me grades na janela
um voo de andorinha
restitui-me o espaço
Rogério Martins

Esse caso do orelha me pegou demais. A barbárie é cada dia mais real. E a propósito, belo texto liberto!
Esta coluna é uma ótima iniciativa. Precisamos de mais resenhas sobre os livros com temática anarquista que estão sendo lançados…
Noam Chomsky roots are in the Marxist Zionist "Hashomer Hatsair" youth movement. He even spent few months in an Israeli…
crítica válida e pertinente, principalmente para o momento atual.
Que a terra lhe seja leve, compa!