A p r e s e n t a ç ã o
Um antigo policial, agora comandante no Exército Republicano Espanhol é mandado a Madrid para investigar as circunstâncias em que o lendário anarquista Buenaventura Durruti foi morto. Em sua procura pela verdade ele entrevista testemunhas cruciais e descobre diversos relatos contraditórios. Ninguém conta a mesma história do mesmo modo, mas como um experiente agente policial, ele sabe que não é inconcebível que todos estejam falando a verdade. Porém, também é possível que alguns deles estejam mentindo, que alguns estejam tentando esconder o que sabem e o mais assustador, que alguns estejam pretendendo sabotar sua investigação em detrimento de fins políticos sombrios.
Ao fazer um uso imaginativo e engenhoso do romance policial como dispositivo literário, Pedro de Paz explora várias hipóteses e cenários que podem nos conduzir a ao menos setenta anos adiante, com críveis explicações sobre a série de eventos que levaram a morte de um homem verdadeiramente admirável. Também incluem numerosas fotografias de Durruti e seu funeral, e um longo posfácio de Stuart Christie, colocando sua vida, anos e sua inoportuna morte no contexto do Anarquismo Espanhol, da revolução social e da guerra civil.
Sobre os autores:
Pedro de Paz é um escritor espanhol. Após trabalhar com informática por mais de 15 anos, decide em 2002 tentar a carreira literária. Seu primeiro romance, “El hombre que mato a Durruti” (2004) ganhou o prêmio José Saramago. Sua literatura está principalmente no campo de romances policiais e criminais. Ele também escreve artigos e pequenas histórias, alguns publicados em várias antologias e revistas.
Stuart Christie nasceu em Glasgow em 1946. Ele tem sido um aprendiz de técnico dentário, funileiro, agiota, litógrafo, instalador de gás, livreiro, lavrador ocasional, pescador de lagostas, escritor e editor. Tornou-se um socialista (Partido Trabalhista dos Jovens Socialistas) aos 15 anos, mas deslocou-se rapidamente ao anarquismo. Cumpriu pena por três anos por “banditismo e terrorismo” imposta pela corte espanhola por sua colaboração em um atentado que pretendia assassinar o General Franco em 1964. Foi detido e aprisionado em Londres por dezoito meses até ser absolvido no julgamento da “Brigada Furiosa” no Tribunal Central Criminal da Inglaterra, um dos mais longos julgamentos na história britânica.
Livro: The Man Who Killed Durruti
Autor: Pedro de Paz • Posfácio: Stuart Christie
Editor: PM Press
ISBN: 978-1-62963-185-1
Publicado: 05/01/2016
Formato: Brochura
Tamanho: 7.5×5
Número de páginas: 128
Assunto: Ficção
Tradução > Moana
agência de notícias anarquistas-ana
Quão glorioso,
Nas folhas verdes, folhas tenras,
O brilho do sol!
Bashô

Esse caso do orelha me pegou demais. A barbárie é cada dia mais real. E a propósito, belo texto liberto!
Esta coluna é uma ótima iniciativa. Precisamos de mais resenhas sobre os livros com temática anarquista que estão sendo lançados…
Noam Chomsky roots are in the Marxist Zionist "Hashomer Hatsair" youth movement. He even spent few months in an Israeli…
crítica válida e pertinente, principalmente para o momento atual.
Que a terra lhe seja leve, compa!