Reunidos neste sábado (21/05), ao chamado da Confederação Nacional do Trabalho (CNT), trezentos manifestantes denunciaram as interpelações e procedimentos judiciários, contra militantes da oposição, sobretudo em relação à lei trabalhista.
“Nós não esquecemos nada, não nos acovardamos de nada“. Com calma, mas muito determinadas, cerca de trezentas pessoas se manifestaram por duas horas, no sábado a tarde, entre a praça da Nouvelle-Aventure em Wazammes, até a praça Vanhonaecker em Moulins pela rua Solferino, em Lille.
Com o chamado da Confederação Nacional do Trabalho, os manifestantes denunciaram o tratamento policial e judiciário nas sete manifestações precedentes contra a lei trabalhista em Lille: as interpelações de manifestantes; seu julgamento, por vezes, imediato com sentenças fechadas para vários deles; e a intrusão de forças da ordem no sindicato da CNT na rua d’Arras.
No dia 20 de abril: os policiais “saquearam uma parte do material sindical e reviraram o local. Essa agressão é o símbolo de um entrave a liberdade sindical e uma aceleração e amplificação à repressão dos movimentos sociais em geral. Eles procuram criminalizar a resistência“.
Sob as bandeiras, ontem igualmente, Antoine, um jovem interpelado terça-feira antes de ir a uma manifestação contra a lei trabalhista, na rua de Paris, foi detido com violência policial, antes de seu julgamento, previsto para o dia 9 de junho. Mas os militantes denunciam uma decisão judicial para servir de exemplo e uma interpelação sem motivo. “Antoine estava com sua bandeira da CGT, conversando com seus companheiros“. E de chamar a criação de uma vaquinha em favor do jovem que havia entrado em greve de fome.
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Marba Furtado




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