Em 26 de maio após a manifestação contra a Lei Trabalho, uma feminista foi violentamente presa em Paris. Ela está hoje detida provisoriamente e acusada de ter participado do incêndio à viatura da polícia, em 18 de maio. Mas a violência do Estado não para aí.
Mulher trans, ela está detida no pavilhão masculino. A transfobia do Estado a privou de todos os direitos e de fazer seu tratamento hormonal. Esta pena tripla é inaceitável.
Nós, anarcafeministas da CGA [Coordenação de Grupos Anarquistas], do Front da luta antipatriarcal, a levamos nosso apoio, aos camaradas feministas de Rennes aprisionados, tanto quanto a todos os encarcerado-a-s durante o movimento contra a Lei Trabalho.
Denunciamos a criminalização dos manifestantes e a repressão que se abate sobre as pessoas que lutam.
Denunciamos o sistema patriarcal e o Estado patriarcal que proíbe as pessoas de viverem sua identidade da forma que elas desejam e a liberdade de todo-a-s de disporem de seus corpos.
Não a deixemos isolada! Apelamos ao apoio por todos os meios.
10 de junho,
As anarcafeministas do front antipatriarcal da CGA
Conteúdo relacionado:
agência de notícias anarquistas-ana
canta bem-te-vi
sol por todo o lado
natureza sorri
Carlos Seabra

Esse caso do orelha me pegou demais. A barbárie é cada dia mais real. E a propósito, belo texto liberto!
Esta coluna é uma ótima iniciativa. Precisamos de mais resenhas sobre os livros com temática anarquista que estão sendo lançados…
Noam Chomsky roots are in the Marxist Zionist "Hashomer Hatsair" youth movement. He even spent few months in an Israeli…
crítica válida e pertinente, principalmente para o momento atual.
Que a terra lhe seja leve, compa!