Desde 15 de maio de 2011 uma parte da população deste país começou a despertar e a ocupar as praças, convertendo-as em lugares emblemáticos de discussão e resistência. Muitos acontecimentos foram vividos nelas, emocionantes, alegres, inclusive dolorosos. Aprendemos, como crianças famintas, saberes e formas de luta que permaneciam arquivadas na biblioteca do esquecimento. Hoje somos mais ricos em valores e ideias do que há alguns meses, esse conhecimento adquirido nos impulsiona até um horizonte de liberdad e e de contestação social, inquebrantável ante a perda de direitos que o mundo financeiro e seu fiel servente, a classe política, tratam de nos impor, para manter seus privilégios.
Esta obra de teatro apresenta um cenário cotidiano, íntimo, de confrontação entre gerações diferentes, e a visão particular de cada uma do momento atual. Expõe reflexões abertas sobre como se conquista as liberdades, como se podem enfrentar os desafios perenes da transformação social, e também abre o debate sobre os diferentes papéis que cada cidadão pode desempenhar na tensão constante entre opressores e oprimidos. Cada indivíduo tem uma responsabilidade que deve assumi r, ninguém é inocente se permanece impassível ante a injustiça. Nesse contexto os personagens discutem, se enfrentam e comovem. O espectador participa na obra desde fora do cenário com as contradições que a trama dramática gera.
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Tradução > Sol de Abril
agência de notícias anarquistas-ana
Caquis bem docinhos
No lanche da escola
A fila aumenta.
Daiane da Silva Pinto – 10 anos

Discordo de chamarem aos regimes políticos onde existem eleições de "democráticos". Representatividade não é democracia. E regimes representativos, são elitistas;…
O conceito de liberdade como prática cotidiana e resistência constante às cercas — seja do Estado, do capital ou das…
Esse caso do orelha me pegou demais. A barbárie é cada dia mais real. E a propósito, belo texto liberto!
Esta coluna é uma ótima iniciativa. Precisamos de mais resenhas sobre os livros com temática anarquista que estão sendo lançados…
Noam Chomsky roots are in the Marxist Zionist "Hashomer Hatsair" youth movement. He even spent few months in an Israeli…