Várias cidades da Polônia registraram na noite de segunda-feira (03/10) confrontos entre a polícia e manifestantes que protestavam contra a proibição do aborto, que terminou com sete detidos e três agentes hospitalizados, segundo informações da imprensa local.
Os principais distúrbios aconteceram em Poznan e Varsóvia, após o final das manifestações organizadas por coletivos feministas, pró-aborto e em defesa dos direitos humanos contra a lei em trâmite que prevê a proibição do aborto e prisão para quem o pratiquem.
Varsóvia foi o palco dos principais protestos, que culminaram com uma manifestação no centro da cidade onde, apesar da intensa chuva, teve a participação de aproximadamente 17 mil pessoas.
Os organizadores da mobilização, denominada “Segunda-feira Negra”, também tinham convocado as mulheres polonesas para um dia de greve geral.
O protesto foi motivado após o parlamento polonês, no dia 23 de setembro, admitir propor a proibição da interrupção voluntária da gravidez, penas de prisão para as mulheres que abortem, maiores castigos para os médicos, inclusive a abertura de investigação nos casos de aborto natural.
A igreja católica, que exerce forte influência na sociedade polonesa, já aprovou a iniciativa.
A atual legislação polonesa, de 1993, é considerada uma das mais restritivas da Europa, só permite a interrupção da gravidez em caso de estupro ou incesto, quando representa um risco para a saúde da mãe, e quando o feto apresenta má-formação grave.
Fonte: agências de notícias
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Depois do aguaceiro
brincam os passarinhos
na poça d’água
Rose Mendes




Perfeito....
Anônimo, não só isso. Acredito que serve também para aqueles que usam os movimentos sociais no ES para capturar almas…
Esse texto é uma paulada nos ongueiros de plantão!
não...
Força aos compas da UAF! Com certeza vou apoiar. e convido aos demais compa tbm a fortalecer!