O vice-primeiro-ministro da Polônia, Jaroslaw Gowin, reconheceu nesta quarta-feira (05/10) que os protestos maciços das mulheres da última segunda-feira contra a proibição total do aborto fizeram seu partido refletir, e afirmou que o parlamento não aprovará a proibição total do aborto.
Gowin, que também é titular de Cultura, disse à “rádio Koszalin” que após as manifestações das mulheres “não será aprovado um projeto de lei que proíba o aborto nos casos em que a mulher seja vítima de estupro ou quando sua vida ou sua saúde correrem perigo”.
A mobilização das mulheres polonesas “nos fez pensar e foi uma lição de humildade, (…) avaliamos a importância destes protestos e a boa intenção de grande parte dos que protestaram”, explicou o vice-primeiro-ministro Gowin.
Na última segunda-feira milhares de mulheres saíram às ruas nas principais cidades polonesas para protestar contra a possível proibição total do aborto. Coletivos feministas e pró direitos humanos tinham convocado as polonesas a uma greve geral para expressar rejeição à modificação da atual lei.
Também nesta quarta, o presidente do Senado, Stanislaw Karczewski, garantiu que “serão levados em conta os protestos de segunda-feira passada”, e informou que a comissão de trabalho sobre o projeto de lei não iniciará sua atividade por enquanto.
Fonte: agências de notícias
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Varrendo folhas secas
lembrei-me do mar distante:
chuá de ondas chegando.
Anibal Beça

Esse caso do orelha me pegou demais. A barbárie é cada dia mais real. E a propósito, belo texto liberto!
Esta coluna é uma ótima iniciativa. Precisamos de mais resenhas sobre os livros com temática anarquista que estão sendo lançados…
Noam Chomsky roots are in the Marxist Zionist "Hashomer Hatsair" youth movement. He even spent few months in an Israeli…
crítica válida e pertinente, principalmente para o momento atual.
Que a terra lhe seja leve, compa!