Amro Hamroush, chefe da Comissão de Religião do Parlamento do Egito, apresentou projeto de lei que, se aprovado, criminaliza quem não acreditar em Deus.
“Além de não ter doutrina, os ateus insultam as religiões abraâmicas”, disse ele.
A influente entidade islâmica Al-Azhar apoia o projeto de lei.
“Todos que foram seduzidos pelo ateísmo devem ser punidos”, disse Mohamed Zaki, porta-voz da associação.
O projeto de lei tem também o respaldo do governo.
Em 2014, ao assumir a presidência, Abdel-Fattah el-Sissi concordou em elaborar um plano para, com “recursos educacionais, sociais e psicológicos”, “eliminar” a influência ateísta entre os jovens.
O Egito tem 92 milhões de habitantes. A maioria (90%) é islâmica sunita.
Em tese, o regime de governo é laico, mas no Egito está cada vez mais perigoso dizer que Deus é uma ficção.
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George Swede

Esse caso do orelha me pegou demais. A barbárie é cada dia mais real. E a propósito, belo texto liberto!
Esta coluna é uma ótima iniciativa. Precisamos de mais resenhas sobre os livros com temática anarquista que estão sendo lançados…
Noam Chomsky roots are in the Marxist Zionist "Hashomer Hatsair" youth movement. He even spent few months in an Israeli…
crítica válida e pertinente, principalmente para o momento atual.
Que a terra lhe seja leve, compa!