Enquanto decorre a campanha de crowdfunding no PPL – Crowdfunding Portugal, para apoiar o jornal MAPA, acaba de sair o seu nº 19 (fevereiro – abril 2018): Destaque à poluição do Tejo e à história do maior rio ibérico condenado por barragens, transvases e fábricas. Agitam-se as suas águas pela defesa de um território vivo, tal como junto à fronteira portuguesa, nos protestos contra uma mina de urânio, ou nos Pirenéus espanhóis nas okupações de aldeias. Histórias de resistência, como pelo direito à habitação, surgem nos moradores do bairro 6 de Maio na Amadora, ou noutra preocupante escalada que enfrentam os curdos em Afrin. E, na sombra, a União Europeia determina a sua ajuda ao desenvolvimento por propósitos securitários, comerciais ou de gestão de migrações.
São algumas das histórias neste MAPA, que não esquece desde a vida de um motorista da Uber, algumas impressões da Catalunha, a memória a José Hipólito Santos e o uso da memória quando se fala da Luta Armada. Artigos e crônicas a que se soma falar do blockchain, da economia participativa, da economia solidária, da biotecnologia, das escolhas e das práticas românticas, das palavras sonoras de Ângela Polícia, ou lidas de Ursula Le Guin, entre outras, para ler neste novo MAPA. Recebe-o diretamente e apoiando com uma assinatura!
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agência de notícias anarquistas-ana
Na tarde sem sol
folhas secas projetando
sombras em minh’alma.
Teruko Oda
Que isso, anarquia mesmo? Achei interessante esse ponto sobre a revolução espanhola, mas confesso que nunca tinha parado pra pensar…
O texto ficou bem natural, dá para sentir que veio de uma experiência real. Esses detalhes pequenos acabam prendendo mais…
Viva a revolução espanhola e viva a anarquia!
bom texto!
posição lúcida. organização anarquista com marca registrada? pedindo ação do estado contra trabalhadores? opa, pera lá caceta!