Quatro ativistas do grupo feminista radical Pussy Riot foram detidos ontem (30/07) à noite pela polícia logo depois de ficarem em liberdade após 15 dias de detenção por interromper a final da Copa do Mundo no Estádio Luzhniki de Moscou para pedir a libertação dos presos políticos na Rússia, informaram nesta terça-feira veículos de imprensa locais.
Um dos detidos, Pyotr Verzilov, escreveu no Twitter que a polícia justificou a nova detenção com uma suposta violação às normas de organização e realização de comícios, falta administrativa que é punida com multas ou até 30 dias de prisão.
Junto com Verzilov, fundador do grupo artístico “Voina” (“Guerra”), ficaram sob custódia policial Olga Pakhtusova, Veronika Nikulshina e Olga Kurashova.
No último dia 15, os quatro ativistas invadiram o campo do Estádio Luzhniki vestidos de policiais e interromperam a final da Copa do Mundo entre França e Croácia.
Mais tarde, o Pussy Riot explicou no Facebook que com esta ação exigia, entre outras reivindicações, a libertação de todos os presos políticos, que as pessoas não fossem detidas por “curtidas” nas redes sociais, o fim das prisões em comícios e da “fabricação” de casos judiciais.
Além de cumprir 15 dias de detenção, os quatro ativistas estão proibidos de comparecer a eventos esportivos durante três anos.
Fonte: agências de notícias
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Esse caso do orelha me pegou demais. A barbárie é cada dia mais real. E a propósito, belo texto liberto!
Esta coluna é uma ótima iniciativa. Precisamos de mais resenhas sobre os livros com temática anarquista que estão sendo lançados…
Noam Chomsky roots are in the Marxist Zionist "Hashomer Hatsair" youth movement. He even spent few months in an Israeli…
crítica válida e pertinente, principalmente para o momento atual.
Que a terra lhe seja leve, compa!