por Mumia Abu-Jamal | 02/09/2018
É conhecida por um nome. Diga o nome “Ramona”, e todos nós sabemos de quem estamos falando. Ramona. Ramona Africa. Claro.
Como a cantora Madonna, se conhece por um nome. Mas que eu saiba, não é artista. Não se reconhece por cantar ou dançar.
É revolucionária. Uma veterana com cicatrizes de guerra que recebeu no dia 13 de maio de 1985, quando policiais locais, estaduais e federais conspiraram para bombardear e assassinar as pessoas do MOVE no oeste da Filadélfia.
Ramona sobreviveu, mas não escapou ilesa as chamas, a fumaça, os gases letais, o ódio.
Há algumas semanas soubemos que ela estava doente, que tinha entrado em coma e foi hospitalizada.
A mulher que sempre trabalhou sem vacilar, que sofreu um encarceramento infame e injusto, que tem uma surpreendente fortaleza, que reclamou justiça em todas partes do mundo, agora é obrigada a descansar e se recuperar.
O MOVE precisa do seu apoio para ajudá-la no descanso e na recuperação que lhe fazem falta.
Por favor, contacte o GoFundMe (gofundme.com/helpsaveramonaafrica). Ajude-nos a salvar Ramona Africa.
Desde a nação encarcerada, sou Mumia Abu-Jamal.
Fonte: https://amigosdemumiamx.wordpress.com/2018/09/03/salvando-a-mona/
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crítica válida e pertinente, principalmente para o momento atual.
Que a terra lhe seja leve, compa!
Vida longa à uaf! Vida longa ao anarquismo!