
Confira a seguir a programação provisória do “I Colóquio Pesquisa e Anarquismo: Perspectivas em Debate”, que vai rolar de 6 a 9 de novembro de 2018 na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em Florianópolis (SC), Brasil.
06/11 – TERÇA – UFSC
09:00 – 12:00
Sessão de comunicação
Educação, Anarquismo e Ciência 1
Local por definir | Coordenação e debate por Rodrigo Rosa da Silva (UFSC)
• “Entre a memória e o esquecimento: um percurso pedagógico sobre o movimento anarquista no RJ” – Henrique Sá Amaral (UERJ)
• “Educação integral transformadora” – Franceline Ribeiro (Magistério PR) e Willie Anne Martins da Silva Provin (Magistério PR)
• “Educação: da libertária à livre e popular” – Rogério de Oliveira Silva (Magistério GO)
• “Revolução e pedagogia libertária” – Daniel Scheren da Cruz (UFFS)
• “O Falso princípio de nossa educação e o futuro de nossos estabelecimentos de Ensino: Diálogo entre Stirner e Nietzsche” – Leonardo Podolano Garin (UFSC)
• “Ciência, tecnologia e anarquismo: reflexões entre liberdade e natureza na revista Estudios (1928-1937)” – Nabylla Fiori de Lima (UTFPR)
• “A influência anarquista na construção da geografia moderna brasileira” – João Victor Moré Ramos (UFSC)
13:30 – 16:30
Sessão de comunicação
História Global do Anarquismo: Movimentos e Militantes 1
Local por definir | Coordenação e debate por definir
• “As Origens da Autogestão Espanhola (1936-1939)” – Igor Pasquini Pomini (USP)
• “Surgimento e afirmação do anarco-comunismo na Associação Internacional dos Trabalhadores (1871-1877)” – Gualtiero Marini (Unicamp)
• “Os espaços de sociabilidade e a circularidade das ideias libertárias no Rio de Janeiro da Primeira República” – Eduardo Carracelas Lamela (UFF)
• “A lógica da história e o triunfo final do proletariado: por uma escola historiográfica bakuninista” – Marcos Paulo de Assis (UFU)
• “Anarquismo e revolução cubana: elementos para uma proposta de interpretação” – Cássio Brancaleone (UFFS)
• “A expulsão de estrangeiros como método de repressão política aos imigrantes anarquistas no Brasil durante a Primeira República” – Diego Nunes (UFSC)
18:00 – 21:30
Conferência de abertura
Interpretações anarquistas da luta de classes no Brasil contemporâneo
Auditório do Bloco E (CFH) | Coordenação por Cassiana dos Reis Lopes (UDESC)
• “2013 – A revolta dos governados: antecedentes, significados e legados” – Wallace Moraes (UFRJ)
• “O ciclo de greves no Brasil pós-levante proletário de 2013″ – Selmo Nascimento da Silva (Colégio Pedro II – RJ)
07/11 – QUARTA – UFSC
09:00 – 12:00
Sessão de comunicação
História Global do Anarquismo: Movimentos e Militantes 2
Local por definir | Coordenação e debate por Cassiana dos Reis Lopes (UDESC)
• “Anarquismo, antifascismo e exílio: Luce Fabbri e a revista ‘Studi Sociali’ (1935-1946)” – Elena Schembri (Unicamp)
• “Benjamim Mota: uma trajetória anarquista e anticlerical (1899-1904)” – Antonio Cleber Rudy (Unicamp)
• “‘O Camarada Krishnamurti’: A Imprensa Anarquista Brasileira e a Viagem de Krishnamurti ao Brasil em 1935″ – Gilson Leandro Queluz (UTFPR)
• “Ética e história nos escritos de Maria Lacerda de Moura” – Daniel Santos da Silva (UNESPAR)
• “O ‘sonho libertário’ de Isabel Cerruti (1886-1970)” – Rodrigo Rosa da Silva (UFSC)
• “Hijas del pueblo: breve análise do perfil editorial do periódico La Voz de la Mujer (Buenos Aires, 1896-1897)” – Ingrid Souza Ladeira de Souza (UNIRIO)
“‘La Voz de La Mujer’: gritos que ainda precisam ser ouvidos” – Dominyque Domingos de Oliveira (UNESP)
13:30 – 16:30
Sessão de comunicação
Educação, Anarquismo e Ciência 2
Local por definir | Coordenação e debate por Luciana Brito (UFSC)
• “Ocupações de escola no Brasil (2015-2016): as práticas insurgentes e as autonomias contra o Estado nas lutas estudantis” – Jessica Ellen da Rocha Silva (Unilab)
• “‘A Rua é Nóiz’: O ensino de Biologia desde as literaturas periféricas” – Ana Lara Schlindwein (UFSC)
• “Ação direta, autogestão e ajuda mútua: o significado das ocupações escolares” – Guilherme Xavier de Santana (UFRJ) e Hamilton Santos (UFRJ)
• “Autogestão: o projeto socioeducacional obliterado pelos organismos internacionais como heterogestores – uma perspectiva anarquista” – Luana Aparecida Moraes (Unicentro)
• “A educação anarquista e o campo da Educação Científica e Tecnológica” – João Gabriel da Costa (UFSC)
• “A Natureza e a Educação no anarquismo: Contribuições à Educação para a Justiça Ambiental” – Horacio Rodrigo Souza Rodrigues (FURG)
• “Gênero, sexualidade e educação: dois casos de Rondônia sob crítica foucaultiana e anarquista” – Levi Fernando Lopes Vieira Pinto (UNESP)
17:30 – 18:30
Lançamento de livros
Auditório do Bloco E (CFH) | Apresentação por Crystiane Leandro Peres (UFSC)
18:30 – 21:30
Conferência
Anarquismo, Educação e Terrorismo de Estado
Auditório do Bloco E (CFH) | Coordenação por definir
• “Anarquismo e a Educação contra o Estado” – Rodrigo Rosa da Silva (UFSC)
• “Apoio mútuo, aprendizagem própria e a violência do Estado em Oaxaca” – João Branco (GPEL/FEUSP)
08/11 – QUINTA – UDESC
09:00 – 12:00
Sessão de comunicação
Arte e Anarquismo 1
Local por definir | Coordenação e debate por definir
• “‘A vibração vital e sensual da carne’: reflexões sobre liberdade e sexualidade no conto Dia de Amor do escritor libertário Domingos Ribeiro Filho (1906-1907)” – Angela Maria Roberti Martins (UERJ / UNIGRANRIO)
• “Sabotagem: procedimento no teatro de contra ataque ao terrorismo de Estado” – Cassiana dos Reis Lopes (UDESC)
• “Expressões da mulher na dramaturgia do teatro operário anarquista” – Rosimeire da Silva (UDESC)
• “O teatro como potencializador da educação libertária” – Giulia Louise Martins Broetto (UFPR)
• “Lembrar, esquecer, escrever: imagens do anarquismo terrorista nas crônicas de Neno Vasco” – Thiago Lemos Silva (Unipam)
• “Tradução como expropriação – traduzindo uma peça de Mauricio Kartun” – Paulo Pappen (UFSC)
Sessão de comunicação
Anarquismo: Teoria e Prática 1
Local por definir | Coordenação e debate por definir
• “Pensando o conceito de ação direta” – Peterson Silva (UFSC)
• “Da domesticação ao especismo: a hierarquização das relações sociais a partir de uma perspectiva antiespecista” – Brian Augusto de Sousa (UEM)
• “A utopia não-utópica de Proudhon” – Maurício Rasia Cossio (Università di Bologna)
• “Ecologia Social como crítica à teoria/práxis do Desenvolvimento Sustentável” – Arthur Dantas Rocha (IFSMG)
• “Pressupostos anarquistas para o estudo de Ecovilas” – Matheus Pellegrini (UFRJ)
• “Notas para un nuevo enfoque: anarcodescolonialidad” – Hander Andrés Henao (Unila)
• “Subalternxs que costumam teorizar. Uma aproximação ao olhar ch’ixi de Silvia Rivera Cusicanqui” – Gabriel Tolosa Chacón (UFSC)
• “Ensaio utilizando o enfoque sistemista sobre a teoria anarco-comunista de Piotr Kropotkin” – Leonardo Lima Günther (UFSC)
13:30 – 16:30
Conferência
Dominação, resistência e organização: as questões rural e de gênero
Local por definir | Coordenação por definir
• “Sobre as formas de dominação e resistência: pressupostos coletivistas para o estudo das lutas marginalizadas” – Luciana Brito (UFSC)
• “Mulher, campo e trabalho: aportes sociológicos coletivistas para o debate da questão rural e de gênero” – Caroline Bordalo (CEFET – RJ)
17:30 – 18:30
Lançamento de livros
Local por definir | Apresentação por Peterson Silva (UFSC)
18:30 – 21:30
Espetáculo teatral e conferência
Emma Goldman, uma vida libertária (Primeira sessão)
Local por definir
• Texto e interpretação por Cibele Troyano
• 60 min.
• Classificação indicativa: 12 anos
Teatro e Anarquismo
Local por definir | Coordenação por Cassiana dos Reis Lopes (UDESC)
• “O processo criativo de Emma Goldman” – Cibele Troyano (Atriz)
• “Teatro social: o diálogo entre anarquismo e sindicalismo na primeira república” – Maikon Jean Duarte (Professor de Teatro Comunitário / Editora Ambiente Arejado)
09/11 – SEXTA – UFSC
09:00 – 12:00
Sessão de comunicação
Arte e Anarquismo 2
Local a definir | Coordenação e debate por definir
• “Improvisações musicais livres: invenção de espaços outros e éticas anarquizantes” – Stênio Biazon (USP)
• “O muralismo e a arte social como ferramentas de luta dos despossuídos” – Michele M. S. de Freitas (Unicamp)
• “Da Colônia Cecília ao filme La Cecília: Jean-Lois Comolli e Giovanni Rossi entre a teoria e a práxis do pensar cinema e da revolução social” – Lucas de Godoy Chicarelli (UEL)
• “Ideias anarquistas na cabeça e a câmara na mão” – Juliano Gonçalves da Silva (UERJ)
• “Tipografia para a cultura libertária” – Eduardo Cazon (UFSC)
Sessão de comunicação
Anarquismo: Teoria e Prática 2
Local a definir | Coordenação e debate por Crystiane Leandro Peres (UFSC)
• “Black Bloc: tática de ação política contra todas as governanças” – Isabelle Ferreira Nogueira (UFRJ)
• “Dos territórios autônomos no alvor do XXI: experiências de resistência a megaprojetos no México e no Brasil” – Samarone Carvalho Marinho (UFMA) e Ricardo Trujillo González (UnB)
• “Retomada Aty Jovem: insurreições nas margens do porvir” – Felipe Mattos Johnson (UFGD)
• “O discurso zapatista e os saberes anarquistas: uma experiência de autogoverno de um quarto de século” – Maurício Beck (UESC)
• “A ideologia antifascista como cortina de fumaça para o reformismo” – João Carlos Ramos do Nascimento Junior (UFSC)
“Do carro de som ao jogral: uma perspectiva anarquista” – Flávio José de Moraes Junior (UFRJ)
• “O anarquismo catalão no contexto independentista ontem e hoje: rupturas, continuidades e novas perspectivas” – Evandro Coutinho José Blanes Sala (UFABC)
• “A Estratégia do Anarquismo Especifista” – Wellington Jean dos Santos Marques (UNESP)
• “Anarquismo e hegemonia” – Carlos André dos Santos (UFSC)
13:30 – 16:30
Conferência
Teoria Política, Internacionalismo e Anarquismo
Auditório do Bloco E (CFH) | Coordenação por Crystiane Leandro Peres (UFSC)
• “Anarquismo e poder político: o antiestatismo anticapitalista como fundamento da desnaturalização do Estado na teoria política” – Clayton Perón de Godoy (GPEL/USP)
• “Federalismo, Internacionalismo e motim popular: a Associação Internacional dos Trabalhadores e a Comuna de Paris” – Alexandre Samis (Colégio Pedro II – RJ)
17:30 – 18:30
Apresentações audiovisuais
Improvisação musical livre
Auditório do Bloco E (CFH)
• Stênio Biazon (USP) e Fabiana Stringini Severo (UFSC)
• A prática musical conhecida como improvisação livre pode ser tratada como anarquizante pois possibilita, entre outras coisas, a dessacralização dos instrumentos musicais e a construção de relações horizontalizadas entre os envolvidos. A apresentação foi formulada a partir de “ensaios” regulares no período que antecedeu ao colóquio e contará com breves considerações orais acerca do processo.
O que não se fala nos carros de som
Auditório do Bloco E (CFH)
• Corte de 2018, 22 min.
• Direção e roteiro por Flávio Moraes, fotografia por Sara Gehren e Flávio Moraes.
Com uma pequena câmera na mão mergulhamos nas manifestações rua no Rio de Janeiro dentre os anos de 2015, 2016 e 2017. Nossos interlocutores são os que não são ouvidos ou não tem seus discursos presentes nos carros de som, são moradores rua, trabalhadores da reciclagem, camelos, anarquistas e comunistas revolucionários. O filme é uma provocação quanto a estrutura centralizadora do carro de som nas manifestações de rua.
18:30 – 21:30
Encerramento e espetáculo teatral
Emma Goldman, uma vida libertária (Segunda sessão)
Local por definir
• Texto e interpretação por Cibele Troyano
• 60 min.
• Classificação indicativa: 12 anos
EXPOSIÇÕES
As exposições poderão ser visitadas ao longo do evento
Mulher ocupa a rua – Cassiana dos Reis Lopes
UFSC – Local a definir
As mulheres ocupam o centro de Florianópolis enquanto meio de sobrevivência e resistência. Nessa série de fotos a intenção foi dar agência a elas que escolhem como querem ser fotografadas e relatam sua relação com o centro em pequena entrevista. O direcionamento do olhar da fotógrafa foi a partir de uma perspectiva de feminismo anarquista interseccional.
Pixo na escola: uma reflexão sobre a pedagogia da ação direta – Clarinda Siqueira, Franceline Ribeiro e Willie Anne Provin
UDESC – Local a definir
O presente registro fotográfico tem o objetivo de incentivar a reflexão acerca da difícil realidade presente na escola pública brasileira e da sua função para o Estado e para a sociedade, sob a ótica da pedagogia libertária. Foi por meio da observação dos pixos dxs educandxs nas carteiras, paredes e em diversos locais da escola, que percebemos que se trata de uma linguagem imagética e de uma forma de comunicação. Sabemos que o pixo na escola é visto, muitas vezes, como algo a ser repreendido e combatido, devido ao discurso do patrimonialismo, existente na instituição escolar. Esse trabalho foi possível graças à convivência, à cumplicidade e às inquietações existentes entre nós educadoras. Compartilhar o mesmo espaço escolar nos proporcionou rica experiência de troca, sempre à luz dos princípios libertários que inspiram nossos desejos por uma escola transformadora e emancipadora, feita por nós, trabalhadorxs e filhxs de trabalhadorxs.
APOIO INSTITUCIONAL
Agradecemos o apoio fundamental das seguintes instituições:
• Departamento de Artes Cênicas da Universidade do Estado de Santa Catarina (DAC-UDESC)
• Departamento de História da Universidade Federal de Santa Catarina
• Departamento de Metodologia de Ensino da Universidade Federal de Santa Catarina (MEN/CED-UFSC)
• Programa de Pós-Graduação em Filosofia da Universidade Federal de Santa Catarina (PPGFIL-UFSC)
• Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal de Santa Catarina (PPGH-UFSC)
• Programa de Pós-Graduação em Teatro da Universidade do Estado de Santa Catarina (PPGT-UDESC)
• Secretaria de Cultura e Arte da Universidade Federal de Santa Catarina (SeCArte UFSC)
ORGANIZAÇÃO
Coordenação por Mariana Brasil (UFSC) e Adriano Luiz Duarte (UFSC)
Comissão Organizadora composta por Carlos André dos Santos (PPGSP/UFSC), Cassiana dos Reis Lopes (PPGT/UDESC), Crystiane Leandro Peres (PPGH/UFSC), João Gabriel da Costa (PPGECT/UFSC), Luciana Brito (PPGE/UFSC), Peterson Roberto da Silva (PPGSP/UFSC), Rafael Lemos (PPGFIL/UFSC) e Rodrigo Rosa da Silva (CED/UFSC).
Mais informações em breve, com a Programação Completa.
E-mail para contato: coloquiopesquisaeanarquismo@gmail.com
Site: https://doity.com.br/i-coloquio-pesquisa-e-anarquismo
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Issa
Perfeito....
Anônimo, não só isso. Acredito que serve também para aqueles que usam os movimentos sociais no ES para capturar almas…
Esse texto é uma paulada nos ongueiros de plantão!
não...
Força aos compas da UAF! Com certeza vou apoiar. e convido aos demais compa tbm a fortalecer!