
Nesta quinta-feira (21/03), um juiz chileno condenou 11 militares aposentados acusados do assassinato de um fotógrafo e da tentativa de assassinato de uma estudante, depois de terem sido queimados vivos em uma manifestação em meio à ditadura de Augusto Pinochet (1973-1990).
Os 11 condenados foram acusados em setembro de 2017 pelo juiz Mario Carroza de “homicídio qualificado” do fotógrafo Rodrigo Rojas De Negri e “homicídio frustrado” da universitária Carmen Quintana, durante uma revolta em 1986, em um caso que foi transformado em uma das mais emblemáticas violações de direitos humanos cometidas durante o regime militar.
Carróza condenou os ex-oficiais Julio Castañer, Iván Figueroa e Nelson Medina Gálvez “a 10 anos e um dia de prisão, como perpetradores dos crimes”, segundo a sentença emitida pelo Poder Judiciário.
Os outros oito ex-militares foram acusados de “cúmplices” e sentenciados a três anos de liberdade condicional, acrescentou a nota. Enquanto isso, dois outros homens acusados foram absolvidos.
No âmbito civil, o Estado chileno deve compensar a família de Rodrigo Rojas e Carmen Quintana com cerca de US$ 680.000.
Fonte: agências de notícias
Agência de notícias anarquistas-ana
Noites sem cigarras –
qualquer coisa aconteceu
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O conceito de liberdade como prática cotidiana e resistência constante às cercas — seja do Estado, do capital ou das…
Esse caso do orelha me pegou demais. A barbárie é cada dia mais real. E a propósito, belo texto liberto!
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