
O Canal Encuentro estréia na próxima segunda-feira (17/06) “Libertarias”, uma série documental de quatro capítulos que traça a vida e a história de quatro mulheres anarquistas que desempenharam um papel protagonista nas lutas políticas e obreiras do final do século XIX e início do século XX na Argentina.
A estréia será efetivada através do sinal público na segunda-feira 17 às 22h30 com repetições aos sábados às 15h e aos domingos às 18h30.
Virginia Bolten, Juana Rouco, Iris Pavón e Ana Piacenza são as mulheres retratadas que lutaram pelo feminismo, pelas condições de trabalho e por um modelo de amor longe do convencionalismo e ataduras patriarcais.
Suas vidas oscilavam entre a militância, o trabalho, a educação de seus filhos, as perseguições policiais e a escrita. Elas fundaram jornais como “Nuestra Tribuna”, “Reconstruir” e “Mujeres Libres”, que foram as primeiras publicações feitas por mulheres para despertar suas companheiras.
Nesta segunda-feira será exibida a história de Virginia Bolten, uma das primeiras mulheres a se destacar dentro do movimento anarquista no final do século XIX, enquanto que na segunda-feira 24 se conhecerá a história de Juana Rouco, que sofreu perseguição política e deportações, a quem o próprio movimento anarquista criticava por seu radicalismo, e que fundou o jornal feminista “Nuestra Tribuna”.
Em 1º de julho, se retratará a cordobesa Iris Pavón, que pertencia à terceira geração de mulheres anarquistas na década de 30; e na segunda-feira 8 Ana Piacenza, nascida em Rosario, uma das poucas mulheres argentinas que foi lutar na Guerra Civil Espanhola (1936-1939), onde fundou o jornal “Mujeres Libres”.
agência de notícias anarquistas-ana
Manchas de tarde
na água. E um vôo branco
transborda a paisagem.
Yeda Prates Bernis
Discordo de chamarem aos regimes políticos onde existem eleições de "democráticos". Representatividade não é democracia. E regimes representativos, são elitistas;…
O conceito de liberdade como prática cotidiana e resistência constante às cercas — seja do Estado, do capital ou das…
Esse caso do orelha me pegou demais. A barbárie é cada dia mais real. E a propósito, belo texto liberto!
Esta coluna é uma ótima iniciativa. Precisamos de mais resenhas sobre os livros com temática anarquista que estão sendo lançados…
Noam Chomsky roots are in the Marxist Zionist "Hashomer Hatsair" youth movement. He even spent few months in an Israeli…