
Os ativistas, Ivan Komar e Mikita Yemelyanau, foram detidos no dia 20 de outubro de 2019, logo depois de um ataque com um coquetel molotov à unidade de prisão preventiva de Minsk feito em solidariedade ao anarquista Dzmitry Paliyenka (que foi mantido lá na época), e outros presos políticos na Bielorrússia. Desde o primeiro dia, Ivan Komar fez uma declaração de que Mikita Yemelyanau era culpado por isso. Ele também falou sobre os dois outros ataques – uma tentativa similar de atacar a mesma instalação de prisão preventiva com um molotov (que não explodiu) e um ataque com lâmpadas com tinta ao Tribunal da Cidade de Minsk como protesto contra o juiz que decidiu realizar uma audiência em tribunal fechado do caso de Paliyenka.
Mikita Yemelyanau se recusou a fazer qualquer declaração, mas algum tempo depois ele conversou com a polícia informalmente e confirmou seu envolvimento nos ataques.
Apesar de Mikita dizer no tribunal que ele planejou os ataques sozinho e que Ivan Komar não sabia sobre eles e apenas pediu para ele filmar a ação, eles foram considerados como um grupo e ambos foram condenados a 7 anos de prisão. O dano total feito a ambos os prédios somam 70 euros.
Os defensores dos direitos humanos bielorrussos emitiram uma declaração exigindo a reconsideração das sentenças e os chamando de presos políticos.
Jornalistas e fotógrafos independentes iniciaram uma carta aberta em apoio aos ativistas.
A ABC-Belarus se recusou a apoiar Ivan Komar por sua colaboração com a polícia. Você pode apoiar Mikita Yemelyanau aqui (abc-belarus.org/?page_id=8661&lang=en).
Fonte: https://abc-belarus.org/?p=12739&lang=en
Tradução > Brulego
agência de notícias anarquistas-ana
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Esse caso do orelha me pegou demais. A barbárie é cada dia mais real. E a propósito, belo texto liberto!
Esta coluna é uma ótima iniciativa. Precisamos de mais resenhas sobre os livros com temática anarquista que estão sendo lançados…