
D’Equipo Plantel e Joan Negrescolor
Apresentação do editor
Todos os homens são iguais, mas por que existem pessoas muito ricas e pessoas muito pobres? Por que existem pessoas que trabalham muito para ganhar pouco e pessoas que não trabalham e ganham muito dinheiro? É com essas questões que começa o livro. O tom é dado já de início: frases incríveis, engraçadas, que provocam reações em pequenos e grandes, reforçadas por ilustrações dialogadas e coloridas.
Partindo de exemplos marcantes, o conceito de classes sociais é explicado às crianças: alguns possuem de carros exageradamente luxuosos, iates que parecem mansões e mansões que lembram palácios, ao passo que outros não possuem um lugar digno para morar e sobreviver no dia a dia é difícil. O mecanismo está consolidado: como isso pode mudar?
Com ilustrações vivas e explicitas, este livro apresenta, com simplicidade e humor, conceitos políticos e sociais fortes. O ponto de vista que se apresenta é deliberadamente radical: as crianças têm, enfim, seu pequeno Bourdieu ilustrado!
Des inégalités sociales
Edições Rue de l’Échiquier
48 páginas
14,90 euros
Para 6 – 8 anos
A coleção “Os livros para hoje e amanhã”
Este livro faz parte de uma série de quatro títulos inicialmente publicadas entre 1977 e 1978, na Espanha, dois anos após o fim da ditadura franquista. Mais de quarenta anos passaram, no entanto o espírito e as palavras desses livros são de uma atualidade ímpar. Acompanhada de novas ilustrações, são reeditados hoje com os mesmos textos, sem supressão nem adição.
Tradução > Café com Alecrim
agência de notícias anarquistas-ana
Velhinha curvada
Olha com esforço
Flores do jacarandá.
Wesley Silva Santos, 12 anos
A autoridade dos que são contra não é menos autoritária que as outras e encontra, quanto a mim, uma sólida…
Em agosto me mudarei com a família para o espírito santo. Mudança a trabalho. O lado bom é que terei…
Discordo de chamarem aos regimes políticos onde existem eleições de "democráticos". Representatividade não é democracia. E regimes representativos, são elitistas;…
O conceito de liberdade como prática cotidiana e resistência constante às cercas — seja do Estado, do capital ou das…
Esse caso do orelha me pegou demais. A barbárie é cada dia mais real. E a propósito, belo texto liberto!