
Todos e todas com caras de selfie e sorrizinhos. Entra ano e sai ano. Prossegue assim. Capitalismo intocável e conservador, seja sustentável ou “selvagem”, colonial ou decolonial. Tudo deve ser igual ao superior: mulheres, negros, índios, crianças, sexos, portadores de nanismo, ou seja, tudo portador, portadore(a)s. Tudo deve ser supostamente neutro como as Forças Armadas, a ciência, a política moderna. Tudo num embelezado encontro democrático negociável entre liberais e conservadores, esquerda e direita, extrema direita e mais alguém. Isenção de tributos, benefícios e privilégios de religião, partidos políticos… Mesmo contra igrejas e suas sucursais, os matrimônios homoeróticos proliferam e renovam a família, incluindo o chamado pecado original. Permanece a matança de indígenas, com ou sem ministério no Estado, com ou sem indígena ministro. Permanece o garimpo “ilegal”. E socialismo voltou a ser sinônimo de stalinismo. E ostracismo aos anarquistas. O ano é novo e bissexto. Até aí, tudo segue normalizando o normal.
>> Para ler o Flecheira Libertária na íntegra, clique aqui:
https://www.nu-sol.org/wp-content/uploads/2024/02/flecheira747.pdf
agência de notícias anarquistas-ana
brilho matinal
na ponta dos galhos nus
brotos a surgir
Carlos Viegas
Esse caso do orelha me pegou demais. A barbárie é cada dia mais real. E a propósito, belo texto liberto!
Esta coluna é uma ótima iniciativa. Precisamos de mais resenhas sobre os livros com temática anarquista que estão sendo lançados…
Noam Chomsky roots are in the Marxist Zionist "Hashomer Hatsair" youth movement. He even spent few months in an Israeli…
crítica válida e pertinente, principalmente para o momento atual.
Que a terra lhe seja leve, compa!