
de Benedict Anderson (Escritor), Cristina Piña Aldao (Tradução)
A troca de ideias faz história tão seguramente quanto uma troca de tiros. “Sob três bandeiras: anarquismo e a imaginação anticolonial” é um relato das conexões improváveis que moldaram a política e a cultura do final do século XIX. Benedict Anderson examina as ligações entre anarquistas militantes na Europa e na América e as revoltas anti-imperialistas em Cuba, na China e no Japão. Contada por meio das complexas interações intelectuais de dois grandes escritores filipinos – o romancista político José Rizal e o pioneiro folclorista Isabelo de los Reyes – esta é uma obra brilhantemente original sobre como as redes globais moldaram os movimentos nacionalistas da época.
“Uma história curiosa e fascinante… Emocionante e transcendental”. The Guardian
“Uma visão fascinante do fluxo global de ideias anarquistas e anticoloniais”. Publishers Weekly
“Um estudo formidavelmente erudito”. The Independent
“Feroz e pungentemente local, focado em um punhado de homens notáveis e anos fatídicos, mas também expansivamente global. […] Anderson está cada vez mais convencido de que a história de nenhuma nação faz sentido a não ser pelas lentes mais amplas e abrangentes do mundo, mas será que seus nacionalismos particulares são híbridos em sua essência e estão sempre em fluxo? Essa é a pergunta deste livro”. T. J. Clark, London Review of Books
Bajo tres banderas | Anarquismo e imaginación anticolonial
Escritor Benedict Anderson
Tradução Cristina Piña Aldao
ISBN 978-84-460-5467-2
288 Páginas
24,00 €
akal.com
Tradução > anarcademia
agência de notícias anarquistas-ana
vozes no brejão
o cururu dos sapos
ecoando noite adentro
Paladino
Esse caso do orelha me pegou demais. A barbárie é cada dia mais real. E a propósito, belo texto liberto!
Esta coluna é uma ótima iniciativa. Precisamos de mais resenhas sobre os livros com temática anarquista que estão sendo lançados…
Noam Chomsky roots are in the Marxist Zionist "Hashomer Hatsair" youth movement. He even spent few months in an Israeli…
crítica válida e pertinente, principalmente para o momento atual.
Que a terra lhe seja leve, compa!