
Nesse controverso rascunho não-datado, Emma Goldman elenca conexões entre arte e revolução a partir da vida-obra de diversos literatos, escultores, pintores, músicos e dramaturgos de épocas passadas e de seu próprio tempo. Na atualidade, podemos questionar seu posicionamento na defesa de cânones eurocentrados e predominantemente masculinos. De qualquer forma, se trata de um opúsculo que merece a discussão!
Esse material foi elaborado de forma independente, em consonância com o interesse de algumas pessoas investigadoras do anarquismo que me contactatam. Assim, peço uma colaboração simbólica de R$15 para prosseguir nessas veredas de pesquisa e tradução. Quem não conseguir apoiar poderá acessar a publicação de forma aberta em período subsequente. Ao me ajudar, você também contribui para que eu tenha fôlego para continuar inflamando a discussão. Chave pix e e-mail de envio do texto: lariguetokunaga@gmail.com
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Esse caso do orelha me pegou demais. A barbárie é cada dia mais real. E a propósito, belo texto liberto!
Esta coluna é uma ótima iniciativa. Precisamos de mais resenhas sobre os livros com temática anarquista que estão sendo lançados…
Noam Chomsky roots are in the Marxist Zionist "Hashomer Hatsair" youth movement. He even spent few months in an Israeli…
crítica válida e pertinente, principalmente para o momento atual.
Que a terra lhe seja leve, compa!