
não mendigamos
roubamos
não respeitamos nada
não esperamos nada
não cremos em nada
não temos nada
nos alimentamos de nossa própria raiva
não abaixamos a cabeça
não nos ajoelhamos
não temos medo
porque não temos nada que ganhar
cuspimos
mordemos
aranhamos
lutamos corpo a corpo
porque estamos desarmados
e nos despojamos de tudo o que nos atava
estamos desnudos
sós
à intempérie
feridos
queimados
preparados
para acender a mecha
da destruição
“voltar à terra” – José Pastor González (Rasmia Ediciones)
agência de notícias anarquistas-ana
Entre haicais e chuva
Súbita inspiração:
Um trovão.
Sílvia Rocha
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O conceito de liberdade como prática cotidiana e resistência constante às cercas — seja do Estado, do capital ou das…
Esse caso do orelha me pegou demais. A barbárie é cada dia mais real. E a propósito, belo texto liberto!